Pouco tempo depois de ter perdido a virgindade, eu conheci um cara numa festa. Conversamos por algum tempo e ele realmente chamou minha atenção. Era um tipo “OldSchol”, daqueles que ouvem metallica, bebem cerveja e ficando sonhando com uma Harley Davidson. Era bem o meu tipo. Eu chamei a sua atenção. Sempre chamo. Calcinha fio dental de vinyl aparecendo acima de uma calça jeans de cintura lá embaixo. Botas, e uma frente única de couro. Mas quem se importa com o que visto? Tudo isso vai parar no chão de um quarto de qualquer maneira. Depois de meia hora de conversa nós saímos de fininho daquele ambiente colegial. O cara tinha um carro, um carro legal com todos aqueles aparatos que uma concessionária pode oferecer. Entramos e então ficamos encarando um ao outro. Inclinei-me sobre ele e sentei em seu colo, passando a língua pelo seu pescoço, e então fui descendo, tateando seu corpo com a boca. Abri sua calça, segurei o seu pênis e comecei a lambê-lo, lambidas que logo depois se transformaram em longas chupadas. Quando ele ia gozar, eu parei. Fui até o seu ouvido e sussurrei: Me coma. Me coma com força. E então fiquei de 4 pra ele, no banco do carro. Ela puxava o meu cabelo enquanto me fudia com força. Com toda aquela dor e prazer, eu apenas me limitava a soltar longos gemidos dolorosos. Quando eu pensava que não podia doer mais, ele começou a comer minha bunda. Meus olhos pareciam que estavam prestes a emitir lágrimas, e os gemidos doídos e prazerosos não cessavam. E eu apenas gritava: mais forte mais forte.


"Não foi o meu modo de pensar que causou a minha desgraça. Foi o modo de pensar dos outros."