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As músicas tocando de fundo, a banheira, sua boca na minha, minha mão no seu pau, masturbando-o com força… Era difícil acreditar que eu estava com o mesmo homem de 1 ano atrás. Algo nele me dava medo, ao mesmo tempo que algo nele me prendia de uma maneira em que eu não podia e nem queria me soltar. Meia hora depois do misterioso telefone, o interfone do quarto toca. Ele se levanta depressa e vai atender, enquanto eu vou vestir um roupão. Quando saio do banheiro, me deparo com uma criatura linda. A princípio, só tinha reparado no seu cabelo pintado de vermelho-fogo e seus olhos verdes, já que ela vestia um sobretudo de couro e usava botas cano longo de bico fino. Ele a cumprimentou e agradeceu por ela ter vindo, mesmo sendo tão tarde. Ela sorriu um sorriso que me deixou sem ação pelos próximos minutos, e então tirou o sobretudo. Por baixo, ela usando apenas uma calcinha-shortinho de renda preta e um sutiã igualmente de renda, fazendo um conjunto. Estando descoberta, podia-se ver que ela era bastante magra, porém com uma bela cintura e seios fartos, a bunda estava na média e era um pouco mais alta do que eu, tendo mais ou menos 1,70. Ela me encarou por uns instantes e sorriu enquanto eu continuava paralisada, atordoada com aquela beleza, aquele mistério, aquele momento. Ele pegou a minha mão e a dela e nos guiou até a cama, nos fazendo sentar, e então se dirigiu a mim e falou: Feliz aniversário fique à vontade. Aquilo tem sido algo como um soco no estômago, quando você pode respirar todo o oxigênio existente, mas continua perdido numa falta de ar intensa. Não era esse o programa que eu tinha em mente. Ela era uma criatura que em outras épocas sofreria bastante em minhas mãos. Mas nesse dia, eu queria apenas a ele. Após recuperar meu fôlego, o encarei por uns instantes e me voltei para a garota, deitando-a na cama e me postando sobre ela. Ele foi em direção ao som, colocou uma música e sentou-se numa cadeira de frente pra cama e ficou apenas observando enquanto eu tirava a calcinha dela com a boca. Quando minha boca tocou os seios dela, pude perceber que de fundo tocava glory box do Portishead. Ela esticou o braço e pegou a bolsa dela, que estava na cabeceira. Abriu a bolsa e tirou uma cinta com um pênis vibratório, amarrou em si, e me penetrou. Enquanto eu gemia e me esfregava nos lençóis, ele fazia fotos. A cada expressão de prazer que eu fazia, ela fazia movimentos mais fortes e mordia meu pescoço, meus seios, minha boca, minha orelha, e puxava meus cabelos. Eu rolei e fiquei por cima dela, fazendo-a tirar a cinta. Comecei a chupá-la. Ela era um tanto quanto escandalosa, a cada linguada ela gemia mais alto, parecendo um miado. Eu gostava disso, me deixava mais excitada. Ele se levantou, foi em direção a nós duas e falou que o jogo tinha que esquentar. Abriu a bolsa da garota e pegou uma mordaça, algemas e correntes. Colocou a mordaça na minha boca, as algemas na mão e acorrentou meus pés. Quando se certificou de que eu estava bem presa, bateu com força na minha bunda e mandou a garota me comer. Enquanto ela comia minha xana com a cinta, ele começou a comer minha bunda e a me bater e a música logo passou para 18 and life do Skid Row. Com toda a violência, tinha momentos em que eu pensava que iria chorar de dor, mas quando chegava ao limite, só sentia prazer. Ele puxava minha cabeça pra trás, pelos cabelos e ela lambia meu pescoço. Nós dois gozamos ao mesmo tempo, com uma sincronização que dava para perceber através das faces vermelhas, a respiração ofegante e o corpo tremendo. Caímos desfalecidos na cama e ele me puxou para seus braços. A garota-deusa vestiu seu sobretudo, pegou suas coisas, sorriu com seu sorriso paralisante e se retirou. Enquanto nós ficamos entregues um ao outro na minha vida de 18 anos.

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